
preserva e promove a riqueza cultural e artística da Amazônia, oferecendo uma programação diversificada de eventos, exposições e oficinas.
Disponibilizamos para download as plantas dos espaços do Centro Cultural Banco da Amazônia, com os artistas e instituições no planejamento das exposições e atividades culturais. Os arquivos apresentam a disposição dos ambientes e informações técnicas básicas, facilitando a organização e o melhor aproveitamento de cada espaço.
Projetos dos segmentos Artes Visuais, Música e Artes Cênicas, podem se inscrever nessa categoria.

Podem participar pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos, incluindo MEIs, desde que tenham em seu CNAE atividades relacionadas à cultura ou produção cultural. Pessoas físicas não podem inscrever projetos.
O edital contempla três áreas principais:
Cada proponente pode inscrever até dois (2) projetos, independentemente da área ou se há itinerância (circulação em mais de um local).
O total de recursos destinados em 2026 será de R$ 5 milhões (próprios ou incentivados pela Lei Rouanet).
Sim, projetos de todo o Brasil podem se inscrever, mas proponentes sediados na Amazônia Legal receberão bonificação na etapa de avaliação.
Além do formulário eletrônico, devem ser enviados:
A análise é feita por uma comissão composta por representantes do Banco da Amazônia, MinC e SECOM/PR, considerando critérios como:
O resultado será divulgado até 30 de janeiro de 2026, nos canais oficiais do Banco da Amazônia. Os selecionados receberão comunicação por e-mail com as condições de realização.
Não é necessário, somente para os projetos selecionados.
O acervo reúne 82 fotografias inéditas no Brasil do premiado fotógrafo japonês Hiromi Nagakura.
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É lugar porque é presença física e simbólica no território. Um ponto de encontro, de criação, de pertencimento.
É cultura porque tudo aqui nasce da arte, da memória, da linguagem e da expressão. Feita por muitos, vinda de muitas Amazônias. Popular e contemporânea. Ancestral e urbana.
É viva porque está em movimento. Porque pulsa nas ruas, nas matas e nas criações de quem transforma o presente todos os dias.